sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

aiai;


sinto que preciso escrever e nada mais, talvez mais e muitos mais, mas no momento é o mais certo e apropriado a fazer. Ouvi dizer que seria difícil, insuportável, melancólico... Mas mais que isso, é vazio! Um branco, ou preto, não soube definir ainda. Gosto muito, mas não o bastante para deixar de viver minha vida. Ou talvez eu seja mesmo suicida, a ponto de achar que vale a pena para ficar do lado dele. Mas na verdade, só valeria, se eu me sentisse pelo menos amada, mas nem isso. Sinto um grande branco-pretejado dentro do meu coração, que se despede ao som de Bide ou Balde - Mesmo que mude, que suavemente descreve o que, talvez, acontecerá. Espero que não, ou sim, não sei nem o que esperar, preciso de ar, por que tem me faltado para respirar. Talvez pelo motivo de eu ter respirado ele durante 3 anos INTENSAMENTE. Ingênua, fui demais, achando que TODA a minha dedicação, companheirismo, carinho, consideração, atenção seria eternamente correspondida e valorizada. Mas nem tudo é como sonho. Infelizmente, ou felizmente, até por que quem sorri demais é desespero. Sinto agora que minhas palavras são pouco para traduzir o que está acontecendo dentro de mim. É muito ruim não saber onde ele está, se leu minha mensagem, se gostou, se nem ligou, se sente saudades, se pensa em mim, se da graças a Deus de ter me deixado... O mais estranho? Não estou mal. Me diverti bastante com minhas eternas amigas-irmãs, mas me sinto estranha por estar levando isso numa boa, acho que meu anjo da guarda é muito bom comigo, devo estar protegida de alguma maneira. Mas só de pensar no início do soluço do choro caio em um precipício e me afogo num mar de ilusões e fantasias, fantasias que um dia fizeram sentido, ilusões que tive de ter achado meu príncipe encantado. Realmente, era muito bom para ser verdade.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

mentedele.


O menino do pijama listrado. Essa era minha visão em uma sexta-feira às 00:57. Não que isso fosse um problema, mas confesso que isso não costumava acontecer. Normalmente estaria com um longo copo com duas ou três pedras de gelo e red bull em algum bar com amigos, ou melhor, conhecidos. SÓ QUE, há 2 dias atrás, ouve um acontecimento que normalmente me trás tristeza, amargura, decepção, raiva e solidão, mas estranhamente dessa vez me trouxe intolerância, orgulho, me senti depreciada, desvalorizada e cheguei a me questionar se gostaria que aquilo fizesse parte da minha história. Fiz o que pude no momento, dei um basta! Confesso que, naquele momento, sentia o amor próprio agindo por mim, e aquilo fez eu me sentir viva e em movimento. A única coisa que me atormentava era o fato de não poder entrar na mente "dele".